Qualificação de sementes, chegando bem, que mal tem?

É fato que a qualidade da semente adquirida interfere diretamente na eficiência e na produtividade final da lavoura. Também sabe-se que o investimento nesse insumo tão fundamental é o ponto de partida para que todo o capital ($) e trabalho aplicados gerem lucro satisfatório ao produtor ($$$). Em nossa matéria do dia 05 de março (Você se sente seguro com sementes salvas?) discutimos um pouco sobre o que é uma semente de qualidade. Mas como garantir que a semente que está sendo comprada possui mesmo aquelas características constantes no Certificado (Básica, C1, C2) ou Termo de Conformidade (S1, S2)?

Foi pensando nisso que a Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja Brasil) e a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass) se reuniu em Brasília (30/03). As duas entidades propõem, de forma conjunta, uma série de medidas para avaliar as cultivares quanto à sua qualidade. Além da realização de análises preliminares na chegada do produto às propriedades, procuram também "combater também a atuação de atravessadores, que revendem no mercado cultivares de baixa qualidade e até fazem negociações sem o conhecimento dos multiplicadores".

Já pensou que maravilha seria se encontrássemos um jeito de eliminar intermediários e garantirmos a qualidade da semente que adquirimos? - Nós já encontramos esse jeito: o e-Mutuca!


Confira a matéria na íntegra:

http://abrass.com.br/multimidia/aprosoja-brasil-e-abrass-querem-qualificar-sementes-para-aumentar-rentabilidade-ao-produtor/


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