Fungicidas na composição do TSI para o Trigo

O aumento das chuvas na primavera é comum aqui no sul do país, favorecendo doenças de espiga como a giberela, o que torna o uso do fungicida uma ferramenta importante para estabilizar a produção de grãos. Contudo, para obter sucesso no controle de doenças fúngicas, é fundamental o uso de métodos integrados de controle: "O controle de doenças tem mais chances de sucesso quando associa procedimentos como tratamento de sementes, semeadura na época indicada, adubação equilibrada, rotação de culturas, escolha adequada da cultivar e, por último, o tratamento da parte aérea com fungicidas. É arriscado depender somente do fungicida porque o clima pode não colaborar, dificultando as operações na lavoura e a própria eficácia do produto", explica o pesquisador da Embrapa Trigo, João Leodato Nunes Maciel.


Considerando o Tratamento de Sementes Industrial como medida preventiva no Controle Integrado de Pragas e Doenças, cabe identificar qual o melhor tratamento para o trigo. Vale lembrar que  o TSI é fundamental para garantir o estabelecimento do stand inicial.

Deve-se conhecer a qualidade da semente comprada, identificar os patógenos presentes e saber o histórico da área na qual vai ser realizado o plantio, para então escolher o melhor fungicida dentro da sua realidade. Lembrando que dentre os fungicidas há diferenças quanto à abrangência de ação ou especificidade.

Arculano, nosso mito do campo comenta:

"O TSI não economiza uma aplicação, mas ajuda a garantir que o trigo vai chegar bem até a primeira! Então, é uma forma de otimizar todas as próximas aplicações."

As principais doenças para os Campos Gerais - PR são:

Manchas Foliares: as mais frequentes são a macha marrom, mancha amarela e mancha das glumas. O controle principal é a rotação de culturas, que pode reduzir a incidência de manchas em até sete vezes, associada ao tratamento de sementes e ao uso de cultivares resistentes.

Oídio: o controle deve contar com o tratamento de sementes, uso de cultivares resistentes e aplicações de fungicida via foliar. O controle do oídio em cultivares suscetíveis é mais econômico via tratamento de sementes do que por meio da aplicação de fungicidas nos órgãos aéreos. O monitoramento da doença deve começar no afilhamento do trigo.

Ferrugem da Folha: existem cultivares resistentes no mercado, mas frequentemente a resistência é quebrada com um novo surto da doença. A fase mais crítica para o aparecimento das primeiras pústulas de ferrugem nas folhas é a partir do florescimento.


Giberela: como não existem cultivares resistentes, o controle depende essencialmente do manejo, começando pelo escalonamento da semeadura, o que evita que as plantas de trigo cheguem ao espigamento todas ao mesmo tempo ampliando os danos. O monitoramento da lavoura deve começar no espigamento, antes mesmo do florescimento, até a fase final de enchimento de grãos.

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Referências: Embrapa

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