5 Motivos para ter uma máquina On Farm!


1. Você conhece e cumpre todas medidas de segurança para o tratamento "On farm":  Primeiro, certifique-se de que o operador esteja devidamente treinado quanto ao manejo correto e seguro, se leu e principalmente, entendeu cada recomendação do manual referente à máquina;  O colaborador deve sempre utilizar os EPI’s (equipamentos de proteção individual) necessários;  Tenha sempre em mente que segurança exige constante observação e prudência durante o transporte, manutenção e armazenamento;  Mantenha o equipamento em condições de trabalho adequadas. Modificações sem autorização podem prejudicar o funcionamento e/ou segurança, afetando a vida útil da máquina;  Evite contato com as partes móveis, mantendo mãos, pés e roupas afastadas de peças acionadas por força. Nunca faça manutenção nem lubrifique o equipamento quando o mesmo estiver em funcionamento . Só utilize a máquina em lugares ventilados.


2. A facilidade em operar e regular a máquina:

Não há um responsável para atestar as especificações das instalações;


 É necessário no mínimo 3 colaboradores para operar o equipamento, tanto para o funcionamento quanto para a manutenção;


 Lembre que se a máquina estiver desregulada, poderá comprometer todo o resultado esperado e calculado previamente em relação ao plantio/produtividade;


 Deve-se verificar o alinhamento e a tensão das correias antes do início da regulagem, e se todos os pinos graxeiros da máquina estão lubrificados.

3. A precisão na regulagem dos produtos líquidos perigosos: Saiba que uma análise sobre o tratamento "On Farm" apontou uma baixa uniformidade no recobrimento da semente, onde foi percebido um desvio médio da dose de 6,8% para o TSI. Enquanto isso, o tratamento "on farm" atingiu um desvio médio da dose de 49%. Assim, algumas amostras analisadas registraram três vezes a dosagem recomendada para mais ou para menos, o que pode provocar atraso no desenvolvimento inicial ou ficarem desprotegidas contra pragas e doenças;

 Existe a estratégia da superdosagem, ou seja, uma quantidade maior de defensivos na semente. Essa estratégia não traz benefícios como a garantia de maior proteção como alguns acham. O que acontece é que são gerados mais gastos e menos segurança;


E ao contrário da superdosagem, existe a baixa dosagem, ou seja, uma dosagem mais baixa do que a recomendada por semente, gerando o risco de acelerar a resistência das pragas e doenças;


Para iniciar a regulagem:

a) Sempre preparar a calda fora do reservatório;

b) Prepare a calda com os produtos líquidos;

c) Abasteça o reservatório com os produtos selecionados;

d) Novamente, cronometre o tempo, retire a mangueira que leva a calda do produto líquido até o bocal no caracol e coloque-a dentro de um copo graduado ou qualquer outro recipiente onde seja possível medir o volume existente com precisão.

e) Ligue o equipamento e colete o produto líquido com o mesmo tempo gasto para esvaziar a graneleira;

f) Verifique sempre a quantidade de calda recolhida. O volume deve ser igual à recomendação técnica (pode variar de acordo com a semente a ser tratada);

g) A  vazão do líquido varia conforme a posição da tampa no fundo do copo. A regulagem deve ser feita através da tesoura reguladora que acompanha o equipamento;

*Nota importante: Para evitar variações de dosagem, é de extrema importância que a posição da tampa no fundo dos copos seja igual sempre! Repita o procedimento quantas vezes forem necessárias até ajustar a vazão recomendada. Só assim a máquina estará pronta para iniciar o tratamento!


4. Limpeza e manutenção diária:

O desempenho e a vida útil do equipamento serão proporcionais aos cuidados que seu colaborador tiver com ela. Para isso, recomenda-se alguns procedimentos de manutenção preventiva:


Lubrificar a máquina a cada 8 horas de trabalho.


Após o uso da máquina, fazer a limpeza geral de todos os componentes da mesma, periodizando a eliminação de depósitos de produtos químicos e semelhantes.


Nunca deixe resíduos de produtos nas caixas.


Após 2 horas iniciais de trabalho, conferir se as porcas e parafusos estão apertados, a fixação e o estado dos componentes em geral. Repetir este procedimento diariamente!


Armazenar o equipamento em local apropriado, fora do contato das ações do tempo. Ou seja, é necessário um local especial e abrigado só para o equipamento.


Obs: O operador realmente segue ou vai seguir todas essas indicações?


5. Fácil resolução de dúvidas e imprevistos: Entre em contato com o serviço de Assistência Técnica. Pode ser que você fique um tempo esperando para ser atendido e para solucionar sua dúvida ou problema. E se precisar de peças para reposição, lembre de utilizar somente peças originais, o que pode demorar já que as peças são desenvolvidas especificamente para este equipamento, e não são baratas!


Conclusão:

O custo-benefício do TSI frente ao tratamento On-Farm é muito maior. 

Uma lavoura uniforme e com produtividade começa a partir de sementes de alta qualidade, devidamente protegidas.

Portanto, avalie os custos, riscos e mão-de-obra envolvidos antes de escolher o melhor tratamento para a sua safra! 

Conheça nossas opções de TSI para a Soja! 

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